Ontem fui ao CCB ver a colecção
Berardo, algo que aconselho que façam pois vale a pena,
principalmente se forem numa visita guiada, e até ao
fim do ano é à borla.
Da primeira vez que fui tinha achado piada aos sinais do que
era permitido e não permitido fazer, e uma das premissas
positivas era “sorrir” e “namorar”.
Enquanto via a colecção vi duas jovens adultas,
com os seus vinte e poucos anos, a verem calmamente a exposição
de mãos dadas, e não pareciam mãos dadas
como primas ou simples amigas. E desliguei-me um pouco da
exposição contemplando-as.
Quando comecei a fazer associativismo LGBT, a dar a cara na
imprensa, perguntava-me muitas vezes a quem é que eu
estava a fazer bem? Não estaria só a prejudicar-me
a mim próprio com a exposição da minha
imagem? A sacrificar a minha vida pessoal? Felizmente a minha
vida pessoal já me deu muitos feed-backs positivos,
já me provou, e continua a provar, que este desgaste
a que se continua sujeito vale para alguma coisa. Através
de pessoas que me parabenizam na rua, pedidos de ajuda, amigos
cuja relação familiar ajudei porque os pais
começaram a tomar em mim um exemplo positivo de homossexualidade,
etc.
Ontem no CCB, quando vejo um jovem casal lésbico de
mãos dadas, fico a pensar quanto há de mim naquele
gesto de carinho? Há anos atrás era um gesto
muito mais raro de se ver. Hoje, a banalização
do gesto, mesmo nalguns jovens masculinos que trocam carícias
ocasionais (fortuitas?), deve-se também ao trabalho
associativo e de exposição de alguns de nós,
e por isso, considero que uma ínfima parte do meu trabalho
se reflecte naquele gesto. Uma parte insignificante, é
claro, mas mesmo assim, uma parte.
Por isso, quando penso em novas famílias lésbicas,
gays e etc, penso que vale a pena continuar a dar uma parte
de nós e vermos nelas um reflexo do nosso trabalho
e do trabalho do Clube Safo.
Sexta, 02 Novembro, 2007





Visita
a Mação
Exposição
Allosaurus
Visita
a Badajoz
Fanzine
39
Fanzine
38
O
Gecko
Salamandra
de Costelas Salientes
Alessandra
Cobras
III
Durante
as férias no Gerês fui fazer alguns percursos pedestres
onde passei por paisagens fantásticas
e estradas romanas inalteradas. Numa
das manhãs em que estávamos a andar à duas
horas vi uma Víbora Cornuda, mesmo uma Víbora Cornuda,
praticamente a única espécie de víboras mortais
ao homem que existem em Portugal! (praticamente só no Gerês).
Um
dos meus programas de férias era ir ao Jardim Zoológico
de Lisboa. Já tinha pensado nisso várias vezes mas
nunca tínha concretizado. Ora da última vez que eu
lá tinha ido ainda se estava a planear o novo espaço
para os grandes primatas! (‘Ós anos!!)
Queer
Lisboa 11
Fim
de tarde na praia
Cobras
II
Cobras
Ouriço
Caixeiro
10º
aniversário do Clube Safo
Catrina
Cheias
Pulveriza
e Enxofra
Na
reestruturação de uma sala de exposição
sobre a produção de vinho, necessitei de fazer
os seguintes desenhos que acompanharam um texto semelhante a
este:
Carpinteiro
Almoço
de Curso
Esboços
Sultana
é um livro que relata episódios verídicos de
uma princesa de sangue real da Arábia Saudita. O livro é
lindo e chocante. Chocante pela opulência e imensa riqueza que
um país pode ter, chocante pelo que as mulheres não
são. As mulheres não são... nada, não
são gente, não tem direitos, são obrigadas, mutiladas,
violadas, violentadas, apedrejadas, emparedadas, e sei lá que
mais.
De
tanto acusarem injustamente as marchas gays de serem só folclore,
eu decidi juntar-me a maioria e dar-lhes razão! Para isso
construí um elemento bem típico Português: o
gigantone.
Poetas
Como Cães II
Breakfast
on Pluto
Dia
dos Namorados
Eu
fico sempre um pouco confuso com isto.
Valor
Máximo Filatélico.
Claque
gay 
Campanha
PSOE
Batman
e Robin
««Corria
o longínquo ano de 1953 quando a Câmara Municipal de
Lisboa publicou a portaria nº 69.035, destinada a aumentar o
policiamento em zonas então consideradas «quentes».
Pela curiosidade do texto, Gente aqui o reproduz sem comentários.
Das
palermices que oiço no museu, esta é uma das mais comuns: As cobras não
tem ossos!
Todos
nós nos lembramos dos dez minutos de tolerânia na Secundária. Eram aqueles
dez minutos que tinhamos, que se chegássemos depois era certo e sabido
que teríamos falta, ou que se os "stores" chegassem depois era sabido
que não tinham alunos à espera deles.
Sete
Palmos de Terra 
Site
de fotografias espetacular!
Futebol
e eu...
Fanzine
26
Fantasma
da Ópera – O filme
A
Cabra, ou quem é Silvia